Humor: uma vacina de prevenção do sentido

Quantas vezes você sorriu hoje?

Talvez você leia essa pergunta e automaticamente torça o nariz, julgando que virá um texto motivacional ou dica para manter a positividade em tempos difíceis. Talvez você se lembre de que não tem sorrido muito ultimamente, por não estar vendo graça nas questões de saúde pública, nem na política ou nas notícias catastróficas que chegam até seus ouvidos e olhos – e não tem graça mesmo. Mas pode ser que essa questão te convide a se inquietar com a diminuição ou a falta de sorrisos no seu dia a dia; e a refletir se “sorrir” não tem sido constante porque você não tem tido motivo para tal ou por não ter buscado esse estímulo.

Um simples sorriso é capaz de provocar uma resposta imunológica do nosso organismo, liberando neurotransmissores, reduzindo pressão arterial, relaxando tensões e dores físicas e emocionais. Mesmo um sorriso induzido, ou seja, sem um motivo aparente, já produz esses efeitos. Sorrir é como uma vacina que estimula nosso organismo a produzir humor, desenvolvendo uma “memória imunológica” que nos predispõe à alegria e ao bem-estar. Não se trata de manter a positividade a qualquer custo, mas de entender a questão do humor como fator preventivo psicoemocional – um fator de autopreservação importante e acessível a todos.

Trago aqui a perspectiva do humor para a Logoterapia, de Viktor Frankl, neuropsiquiatra austríaco que usou desse recurso para atravessar a experiência extrema que viveu no contexto da Segunda Guerra Mundial, em campos de concentração. Esse tema é tão relevante que, em seu livro autobiográfico mais conhecido, Em busca de sentido, há um capítulo dedicado à vivência do humor naquele ambiente. Nessa obra, conta que combinou com um colega de campo, cirurgião de profissão, de criar pelo menos uma piada por dia, fazendo referência não só ao presente difícil que estavam sentindo na pele, mas especialmente a um cenário imaginário futuro, relacionado à prática médica compartilhada por ambos. O contraste de percepções entre o que é terrível e o que é engraçado é expressão da capacidade do ser humano de relativizar o sofrimento e, portanto, de ressignificá-lo:

A vontade de humor – a tentativa de enxergar as coisas numa perspectiva engraçada – constitui um truque útil para a arte de viver. A possibilidade de optar por viver a vida como uma arte, mesmo em pleno campo de concentração, é dada pelo fato de a vida ali ser muito rica em contrastes. E efeitos contrastantes, por sua vez, pressupõem certa relatividade de todo sofrimento.” (Frankl, 2008, p. 63).

O humor, entendido como estado afetivo com efeitos positivos, como riso e alívio, remonta à teoria do século 19, como a visão de Freud sobre uso do humor como resposta à censura. Além dessa fonte, Frankl também bebe dos clássicos, como Aristóteles, que aponta a forma da piada, dos trocadilhos e da zombaria como resultado da visão de superioridade de um indivíduo em relação a algo, alguma situação ou alguém. Tanto assim que ele indica o humor como “arma da alma” mais eficaz para “criar distância e permitir que a pessoa se coloque acima da situação, mesmo que somente por alguns segundos” (Ibidem, p. 62).

Trata-se de uma habilidade que envolve alguns movimentos internos (esforços psíquicos) e que, muitas vezes, é banalizada como besteira, perda de tempo ou que carece de inteligência e sentido. A psicologia, especialmente a visão logoterapêutica, mostra que é justamente o contrário disso. Tanto a percepção quanto a criação de algo que tem graça envolvem algumas habilidades, como distanciamento de si e do problema vivido, aceitação do que se apresenta, criatividade e senso crítico.

O humor também é um recurso terapêutico quando fortalece relações por meio de identificação entre pessoas que compartilham da mesma situação. Na experiência de Frankl, diante do sofrimento inevitável e da condição limitada nos campos de concentração, para todos os prisioneiros, o humor se tornou um dos únicos remédios disponíveis. Na prática clínica, recebo pacientes que enfrentam situações-limite de falta de sentido na vida, por múltiplos motivos, entre eles luto, doenças, estresse traumático, e, nestes tempos, também por efeito da pandemia. É nesse espaço que observo a ação do humor e experimento seu potencial de promover grandes mudanças. Isso porque esse recurso tem a capacidade de manter o indivíduo no tempo presente, sem negacionismo (ou seja, sem fingir que não está acontecendo o que de fato está, no caso, produzindo sofrimento) e, ao mesmo tempo, sem tentar combater de forma autodestrutiva uma situação que não pode mudar. Move o indivíduo, portanto, do lugar da indiferença e do combate em relação à situação de sofrimento e o coloca, mesmo que temporariamente, num lugar de alegria, otimismo, leveza. E, nesse estado, torna-se possível buscar sentido no que está ao alcance, para viver minimamente bem. Quando o humor ativa a alegria, é como se uma luz acendesse e conseguíssemos criar e nos conectar com nossa força para lidar com qualquer adversidade.

E o melhor de tudo é que o humor está disponível, ao alcance de todos – está nas pequenas alegrias. É o que a logoterapeuta Elisabeth Lukas nomeou como “enigma da pequena felicidade”:

“’Pequena’ porque a grande felicidade não nos compete. Não permanentemente. Não sem sedução. Não sem danos. Nossa espécie não se dá bem com ela, faz-lhe mal. […] A pequena felicidade, ao contrário, é de natureza calma e estável. Tem a ver com paz, harmonia e unidade entre aquele que a encontra e o objeto encontrado. Não é algo que move o mundo, move somente um coração.” (Lukas, 2012, p. 171-2)

O que move somente o seu coração hoje? O que te emociona? O que te faz sorrir? E gargalhar? Pequenas alegrias podem ser compartilhadas, mas o enigma a que Lukas se refere é esse encontro individual com as pequenas felicidades de cada um. É esse exercício contínuo que nos ajuda a viver na imprevisibilidade da vida, aceitando-a incondicionalmente, especialmente nos momentos em que nos sentimos impotentes diante dela.

O convite aqui é cultivar sua vacina de alegria no dia a dia, uma “injeção de ânimo” (como diz a expressão popular), neste período cinza que atravessamos juntos, à espera da vacina contra a Covid-19. Não se trata, porém, de se alienar com o humor, nem de diminuir a seriedade dos sofrimentos coletivos e individuais, mas de acessar nossa força, reavaliar nossos hábitos, agir a partir do que está ao seu alcance e preservar a saúde mental e emocional para que possamos sair desta experiência com otimismo. A “vacina” do humor e das pequenas alegrias é uma proposta logoterapêutica preventiva para a saúde, a partir da preservação do sentido da e na vida.

Referências bibliográficas

FRANKL, Viktor E. Em busca de sentido: um psicólogo no campo de concentração. Trad. Walter O. Schlupp e Carlos C. Aveline. 25 ed. Petrópolis: Vozes, 2008.

GOMES, Débora. Encontre o bom humor. Revista Vida Simples, 17 mar. 2019. Disponível em: https://vidasimples.co/ser/encontre-o-bom-humor/

LUKAS, E. Psicoterapia em Dignidade: orientação de vida baseada na busca de sentido de acordo com Viktor E. Frankl. Tradução de Helga H. Reinhold. – 1. ed. São Paulo – SP.

SILVEIRA, Daniel Rocha; MAHFOUD, Miguel. Contribuições de Viktor Emil Frankl ao conceito de resiliência. Estudos de Psicologia, Campinas, 25(4), p. 567-76, 2008.

Imagem: A Morte de Sócrates/Jacques-Louis David (1787)


Este artigo foi escrito pelo nosso diretor diretor clínico, Francisco Carlos Gomes, que é o coordenador do grupo de pesquisa “O vazio existencial na contemporaneidade e as possibilidades de realizar sentido” do Laboratório de Política, Comportamento e Mídia da Fundação de São Paulo/PUC-SP – LABÔ.

O artigo foi publicado originalmente no site da Off Lattes que é o canal de divulgação da produção dos grupos de pesquisas do  Laboratório de Política, Comportamento e Mídia da Fundação São Paulo/PUC-SP – Labô

A hora da escolha

Escolhemos o tempo todo – quando podemos. Fazemos escolhas que se tornam automáticas ou fáceis no dia a dia, como alimentação, higiene, vestuário, horários… Escolher dentro da rotina é como dançar ritmos diferentes com passos conhecidos. Mas e quando o passo muda? Ou, ainda, quando só toca a mesma música que você já se cansou de dançar? Como escolher?

Este ano, nosso ritmo foi bastante afetado por tudo o que envolveu a pandemia: isolamento social preventivo, diversos planos por água abaixo, rotinas pessoal e profissional desconstruídas, lutos… Nosso padrão de escolhas foi forçado a se adaptar, muitas vezes, a partir dos cenários que se apresentaram em nossas vidas, estressando nosso cérebro – que é naturalmente conservador –, buscando sempre conexões já conhecidas e tidas como certas. Mas, em tempos incertos, é inevitável nos depararmos com o desconhecido e o erro. Em momentos assim, encarar os momentos de escolha e, em seguida, as consequências da decisão, pode ser extremamente estressante.

Da prática clínica psicoterapêutica associada à pesquisa da obra de Viktor Frankl (1905-1997), destaco três pontos ligados ao dilema humano em relação às escolhas: a liberdade, o sofrimento e a responsabilidade. 

Afinal, somos livres para escolher? Que liberdade de escolha é possível? Frankl conduz a discussão sobre liberdade com a perspectiva do livre-arbítrio, indicando que:

O ser humano não é livre de condicionamentos, sejam eles de natureza biológica, psicológica ou sociológica. Mas ele é, e sempre permanece, livre para tomar uma posição diante de tais condicionamentos; ele sempre conserva sua liberdade para escolher sua atitude perante esses condicionamentos. (FRANKL, 2020, p. 23)

Acrescento a esse conceito o do psicólogo argentino Claudio García Pintos (2017, p. 135), que afirma que “a pessoa, sendo livre, é capaz de criar, é capaz de se criar. Portanto, o grande condicionante da pessoa é a sua liberdade e o exercício que faz dela”.

A Logoterapia, abordagem frankliana, tem nesta a sua primeira premissa: a liberdade da vontade. Um de seus princípios é de que somos livres, mesmo numa sociedade ou contexto que cerceia nossa escolha. A liberdade, para Frankl, é interna e, muitas vezes, fica pulsando, adormecida, querendo encontrar saída.

Foi essa qualidade de liberdade que o neuropsiquiatra experimentou como prisioneiro em campos de concentração entre 1942 e 1945. O que nos conduz ao segundo ponto ligado às escolhas: Frankl define liberdade em situação de extremo sofrimento, ou seja, quando é colocado diante de momentos de escolha de vida ou morte. E você há de concordar que nem todas as escolhas que precisamos fazer carregam essa gravidade real. No entanto, é comum, na contemporaneidade, notar o sofrimento presente nos momentos inevitáveis de escolhas, seja quando há muitas opções disponíveis, seja quando estas são restritas ou quase nulas. O núcleo do sofrimento, aponta Frankl, reside no sentimento de vazio existencial que acomete nossa sociedade desde o século passado:

Esse sentimento de vazio tornou-se, em nossos dias, uma neurose de massa. […] Se me perguntais como eu explico a gênese desse sentimento de vazio, só posso dizer que, ao contrário do animal, o homem não tem nenhum instinto que lhe diga o que tem de ser, e, a contrário do homem de tempos anteriores, não há mais uma tradição que lhe diga o que deve ser – e, aparentemente, não sabe sequer o que quer ser de verdade. Por conseguinte, ele só quer o que os outros fazem – e então nos encontramos diante do conformismo – ou, só faz o que os outros querem dele – e então nos encontramos diante do totalitarismo. (FRANKL, 2015, p. 107-8)

Um vazio que vai se tornando um abismo, quando observamos os fenômenos decorrentes do uso viciante de aparelhos e aplicativos que convocam nossa atenção a todo momento, e a forma como as redes sociais acabam “produtizando” seres humanos, via algoritmos que sequer temos conhecimento de como operam. E ali, naquele ambiente virtual, vão se potencializando as fantasias relacionadas ao “ter que”, ao “dever” e ao “querer ser”, pois há muitas narrativas disponíveis – geralmente, figurando sucesso – para espelhar a própria existência e, com isso, as próprias escolhas. Nesse contexto, o sofrimento existencial geralmente se expressa na pergunta “como escolher?”, mas seu núcleo reside antes nas questões do “o que escolher?” e do “para que escolher?”, as quais buscam encontrar o sentido do processo de decisão dentro da liberdade possível a cada ser único. 

Escassas ou abundantes, as opções de escolha podem ser fatores geradores de estresse e inquietação, pois envolvem investimento emocional e, também, cerebral (lembram que gostamos de caminhos neuronais conhecidos? Novidade é sempre estressante para nosso cérebro). Os tipos de escolha que geram mais aflição são os dilemas, isto é, quando há apenas duas alternativas e elas são contrárias entre si e nenhuma delas nos satisfaz totalmente. Como exemplo disso, podemos lembrar das eleições presidenciais de 2018, em que a maior porcentagem de eleitores encarou o dilema de não se ver contemplado e representado por nenhum dos candidatos – tendo dificuldades, inclusive, de se posicionar a favor ou contra num discurso polarizado (que ainda produz efeitos nos dias de hoje). O dilema parece uma rua sem saída, mas o fato é que as rotas viáveis não nos parecem satisfatórias, o que pode nos paralisar.

Em situação de dilema, costumo adotar a técnica frankliana de buscar um denominador comum com o paciente, isto é, reduzir os elementos até chegar a duas opções irrepetíveis ligadas a valores vivenciais (que Frankl define como a relação do indivíduo com os outros, com a arte e a natureza). Para chegar nessas alternativas únicas do campo do “ou”, é necessário apoiar o indivíduo a levar em consideração uma espécie de balanço, e lidar com consciência e maturidade com o que é escolhido e o que é perdido. E isso implica no terceiro ponto fundamental para escolher: a responsabilidade que inclui não só o “eu”, mas também o entorno que será atingido pela minha escolha.

Não se pode escolher tudo, nem qualquer coisa. “A liberdade pode degenerar em arbitrariedade, caso não seja vivida com responsabilidade.” (FRANKL, 2015, p. 110). É por isso que ser livre não é poder tudo, nem fazer todas as escolhas com vistas apenas ao benefício próprio ou de um núcleo afetivo próximo. O denominador comum é uma técnica que nos oferece um percurso para fazer uma escolha consciente, não pensando só no nosso umbigo. Colocam-se na balança os prós e os contras, incluindo a reflexão de quem são os envolvidos e os atingidos com essa escolha. Se isso vai trazer prejuízo para a maioria das pessoas e para o meio envolvido, é preciso criar condições de mitigação dos impactos negativos da escolha da vontade própria nesse contexto, ou realmente abrir mão do desejo individual em prol do coletivo. 

Quanto menos repara em si mesmo, quanto mais esquece a si mesmo, ao entregar-se a uma causa ou a outras pessoas, mais ele é o próprio homem, mais se realiza a si mesmo. Só o esquecimento de si conduz à sensibilidade e só a entrega de si amplia a criatividade. (FRANKL, 2015, p. 107)

O chamado à responsabilidade na hora da escolha é, talvez, o ponto mais importante desta nossa conversa aqui. Isso porque, enquanto humanidade, muitas vezes fomos condicionados (ou obrigados) a entregar nossa responsabilidade de escolha a outros – como governos, religião, sistema social e, agora, algoritmos. Mas mesmo sabendo que essa bagagem histórica, social e tecnológica influencia nossas decisões, como podemos escolher a partir de um lugar de autorresponsabilidade? Começando a pensar menos somente em nós e mais para além de nós; entender que a posição de não escolha (para não sofrer ou se desgastar no processo decisório) também é uma escolha que gera impactos; passar a ver-se como um ser que integra a coletividade e o meio ambiente, buscando não apenas escolhas que promovam o bem-estar próprio, mas também a boa convivência com o outro. 

Escolher implica fazer algo. É tão fantasioso dizer que não temos escolha alguma quanto dizer que podemos escolher o que quisermos – ambas construções de um mundo alienado. A liberdade de escolha com responsabilidade envolve reflexão, enfrentar determinismos e condicionamentos, pensamento crítico e maturidade. Muitas vezes, a hora da escolha será cansativa e pode gerar algum nível de sofrimento, mas só assim estaremos ativos na arena da vida, vivendo de verdade. 

Referências bibliográficas

FRANKL, Viktor E. O sofrimento de uma vida sem sentido: caminhos para encontrar a razão de viver. São Paulo: É Realizações, 2015.

FRANKL, Viktor E. Psicoterapia e Existencialismo. 1. ed. São Paulo: É Realizações, 2020.

GARCÍA PINTOS, Claudio. O mar me contou: a logoterapia aplicada ao dia a dia. Vargem Grande Paulista: Cidade Nova, 2017.

Imagem: colagem/Heritage Library


Este artigo foi escrito pelo nosso diretor diretor clínico, Francisco Carlos Gomes, que é o coordenador do grupo de pesquisa “O vazio existencial na contemporaneidade e as possibilidades de realizar sentido” do Laboratório de Política, Comportamento e Mídia da Fundação de São Paulo/PUC-SP – LABÔ.

O artigo foi publicado originalmente no site da Off Lattes que é o canal de divulgação da produção dos grupos de pesquisas do  Laboratório de Política, Comportamento e Mídia da Fundação São Paulo/PUC-SP – Labô

AgirTrês divulga balanço do Programa #AgirParaCuidar

Arte com foto de um homem negro, que segura um tablet com as duas mãos. Ele está sentado. Há um retângulo verde com o texto: "Como foi o Programa #AgirParaCuidar". Na parte superior esquerda, há o logo do AgirTrês.

No início de abril de 2020, criamos o Programa #AgirParaCuidar com o objetivo de oferecer atendimento psicológico emergencial gratuito aos profissionais da área da saúde, impactados diretamente pela dinâmica da pandemia. Mobilizamos psicólogos parceiros do Núcleo de Logoterapia AgirTrês para que se engajassem como voluntários e fizéssemos um atendimento de qualidade. 

No início das nossas atividades, sabíamos que teríamos muitos desafios, mas tivemos que lidar com muitas situações inusitadas, além do que imaginávamos. Tivemos a colaboração de várias pessoas que conversaram conosco e indicaram manuais da Cruz Vermelha e da OMS. Foi uma fase de muito aprendizado e crescimento para todos nós que fizemos parte do Programa #AgirParaCuidar, em que tivemos que desenvolver novas habilidades e expertises. 

Ao todo, foram 80 dias do programa, atendemos quase 100 pessoas com aproximadamente 15 psicólogos voluntários em atuação e, ao término de projeto, identificamos um grande legado de aprendizado. Muitos voluntários relataram quão positivo e importante foi atender as pessoas que procuraram nossa equipe em busca do apoio psicológico emergencial. 

Recebemos também muitos feedbacks positivos dos profissionais de saúde, trazendo a relevância do programa na vida deles. 

Encerramos essa fase do programa #AgirParaCuidar porque o quadro mudou. Inicialmente existia um grande medo em tudo o que os profissionais da saúde relataram e o cenário agora é diferente. A maioria das estruturas médicas, clínicas e hospitalares se organizaram para oferecer estrutura para as suas equipes. Eles já têm protocolo, já sabem o que fazer. 

Saímos da situação de incógnita total. Entendemos que, naturalmente a solicitação aos nossos serviços por parte dos profissionais de saúde foi diminuindo porque a demanda para isso já não existe mais. Aos poucos, o medo foi mudando para uma questão de ansiedade do que virá pra frente. 

O que temos hoje é uma solicitação por atendimento psicológico emergencial por pessoas que não são da área da saúde. Então nós continuamos trabalhando com esse tipo de atendimento. Agora ele está voltado ao público em geral e se chama programa #Corrente do Bem. 

Para participar, inscreva-se no nosso formulário:  https://bit.ly/ATENDIMENTO_PSICOLÓGICO_EMERGENCIAL

AgirTrês realiza Jornada de Logoterapia sobre relações familiares

Muitas dinâmicas familiares foram impactadas nesses últimos meses e pensamos em formas de colaborar com esse contexto inusitado que estamos vivenciando. Então decidimos realizar um evento online: a Jornada de Logoterapia: as relações familiares em tempos de pandemia. O evento vai acontecer no sábado, dia 13 de junho, das 9h às 13h.

O nosso objetivo principal é  mostrar como a Logoterapia pode nos ajudar a melhorar as relações familiares em tempos de pandemia. Também buscamos  apoiar projetos sociais que direcionam cesta básica, kit de limpeza e higiene, kit máscaras, para famílias de comunidades de baixa renda de São Paulo.

A jornada vai contar com três palestras interessantes e provocativas! E um debate final entre os três palestrantes.

Teremos a participação de três psicólogos clínicos logoterapeutas com experiências diferenciadas: Ana Clara Dumont, Élison Santos e Maria Helena Budal, além da apresentação e mediação da Simone Guedes, nossa diretora educacional.

Além deles, a organização do encontro conta com a colaboração de duas ex-alunas do núcleo de Logoterapia AgirTrês, Myrian Tasso e Letícia Brandes, que estão como voluntárias para que tudo aconteça da melhor forma. 

Toda a renda do evento (após taxas e impostos deduzidos) será doada aos projetos sociais do Comitê de Apoio aos Refugiados do Grupo Mulheres do Brasil, para distribuição de cesta básica, kit de limpeza e higiene, kit máscaras, para famílias de comunidades carentes de São Paulo, valores dos ingressos entre R$60,00 e R$100,00.

PALESTRAS 

“Do amor ao amar” – Família e o sentido do amor em Viktor Frankl, com Élison Santos. Psicólogo Clínico Logoterapeuta; Diretor do Instituto Busca Sentido e Diretor do Conselho Internacional de Psicólogos. 

“Família – Lugar de cada um”, com Maria Helena Budal. Psicóloga Clínica Logoterapeuta, Professora da PUC-PR e Fundadora do Núcleo de Logoterapia de Curitiba.

“Comunicação: premissa para um verdadeiro encontro em família”, com Ana Clara Dumont. Psicóloga Clínica Logoterapeuta, clínica de adolescentes e adultos. 

Apresentação e mediação do debate: Simone Guedes 

Pedagoga, especialista em Logoterapia, Gestão de Pessoas e Desenvolvimento Humano. Cofundadora e diretora educacional do Núcleo de Logoterapia AgirTrês, Coach Logoterapêutica, pesquisadora de SENTIDO DO TRABALHO.

INSCRIÇÕES 

Para participar da jornada, você pode colaborar com um valor entre R$ 60,00 e R$ 100,00. Ao todo, teremos três categorias de ingresso para você poder colaborar. As inscrições estarão disponíveis no dia 3/06 (quarta-feira). 

Inscrições pelo site Doity: https://doity.com.br/jornada-logoterapia 

Lembramos que 100% da renda do evento (após taxas e impostos deduzidos) será doada aos projetos sociais do Comitê de Apoio aos Refugiados do Grupo Mulheres do Brasil, para distribuição de cesta básica, kit de limpeza e higiene, kit máscaras, para famílias de comunidades carentes de São Paulo.

Grupo de Estudos Online para Iniciantes em Logoterapia – 2ª edição

Arte em tons verde e laranja com uma foto ao fundo de um caderno em cima do teclado de um laptop. Há o texto: "Grupo de estudos online para iniciantes em Logoterapia. Início no dia 5 de junho".

Você quer conhecer melhor a Logoterapia? Sente que chegou a hora? No dia 5 de junho, nós, do Núcleo de Logoterapia AgirTrês, vamos iniciar o Grupo de Estudos Online para Iniciantes em Logoterapia.

O objetivo é conhecer a proposta do Dr Viktor Frankl, o núcleo da sua teoria, estudando paralelamente sua vida e sua obra. Esta é a 2ª edição do grupo, que antes acontecia presencialmente. Neste ano, optamos pelo virtual devido à pandemia.

O grupo será conduzido por Simone Guedes e Francisco Carlos Gomes, fundadores do Núcleo de Logoterapia AgirTrês.

Abaixo, um vídeo com um convite da Simone falando um pouco sobre o grupo que vamos formar:

PRÉ-REQUISITO

O único pedido nosso é que tenha lido a obra “Em busca de Sentido” do Dr Frankl.

ONDE

Faremos os encontros via Plataforma ZOOM ou GOOGLE MEET.

QUANDO

Serão 8 encontros virtuais, uma 6ª feira por mês, das 18h às 20h, nas seguintes datas: 5 de junho, 3 de julho, 24 de julho, 21 de agosto, 18 de setembro, 23 de outubro, 6 de novembro, 4 de dezembro.

DINÂMICA DO GRUPO

A cada encontro, teremos um texto orientador, que será enviado com antecedência, para leitura prévia. Durante o encontro, iremos comentar, analisar, refletir, juntos, sobre os pontos focais evidenciados no texto.

INVESTIMENTO

Valor por encontro: R$120,00, sendo que 10% desse valor será revertido em colaboração aos projetos sociais que apoiamos no Núcleo de Logoterapia AgirTrês.

INSCRIÇÕES

Quer participar? Então envie mensagem por WhatsApp para Simone Guedes no número (11) 99299-0930. Ela vai contar mais sobre o grupo e tirar todas as suas dúvidas!

DEPOIMENTOS

“O tema é muito interessante e adorei conhecer melhor a Logoterapia, pois na faculdade de Psicologia não tinha visto, o que acredito ser uma falha.”
Miguel

“O que foi bom: achei importante estudar um pouco desse grande universo que é a logoterapia. Antes fui atraída e agora sinto que ‘despertou uma grande paixão’. Quero aprofundar para utilizar no meu cotidiano e num futuro próximo na psicologia clínica.” Ilza

SOBRE OS CONDUTORES

Francisco Carlos Gomes dos Santos
Psicólogo. CRP 06/38932
Mestre em Psicologia Social pela PUC-SP. Atua na área clínica desde 1992, especialista em Magistério do Ensino Superior na PUC-SP, e Logoterapia pela SOBRAL. Coordenador do grupo de pesquisa – Vazio Existencial e possibilidades de realizar Sentido – LABÔ – Fundação São Paulo – PUC-SP. Docente universitário em pós-graduação. Autor do livro “Magro. E agora?” – Editora Vetor. Sócio fundador da ABLAE, participou da gestão desde 2010, como membro do conselho científico e coordenador do conselho deliberativo. Cofundador e diretor clínico do Núcleo de Logoterapia AgirTrês.

Simone Guedes Alves Gomes dos Santos 
Pedagoga com especialização em Administração Escolar, Magistério, História e Filosofia da Educação pela PUC-SP, pós-graduada em Administração de Recursos Humanos pelas Faculdades Oswaldo Cruz, pós-graduada em Logoterapia pela ALVEF Curitiba. Docente universitária em graduação e pós-graduação. Autora de capítulos em livros sobre Desenvolvimento Humano: Gestão de Pessoas, Secretariado, Gestão Hospitalar. Sócia e participante da gestão da ABLAE desde 2012, atuou como 1ª secretária e vice-presidente. Cofundadora e diretora educacional do Núcleo de Logoterapia AgirTrês, Coach Logoterapêutica.

Participe do Grupo de Estudos Online de Aprofundamento em Logoterapia 2020

Arte nas cores verde e laranja com foto ao fundo de cadernos e um laptop em cima de uma mesa. Há o texto: "Grupo de estudos online de aprofundamento em Logoterapia - Início no dia 15 de maio".

Você quer aprofundar os seus conhecimentos sobre Logoterapia, mas não sabe como? No dia 15 de maio, nós, do Núcleo de Logoterapia AgirTrês, vamos iniciar um espaço para a arte do encontro logoterapêutico, que vai ser um Grupo de Estudos Online de Aprofundamento em Logoterapia. 

O objetivo é desenvolver o embasamento teórico e o aprimoramento das várias práticas possíveis da Logoterapia em diversos cenários.  Esta é a 5ª edição do grupo, que antes acontecia presencialmente. Neste ano, optamos pelo virtual devido à pandemia. 

O grupo será conduzido por Simone Guedes e Francisco Carlos Gomes, fundadores do Núcleo de Logoterapia AgirTrês. 

Os únicos pré-requisitos para participar dessa atividade é que os participantes já tenham formação em Logoterapia e conheçam bem a obra “Em busca de Sentido” de Viktor Frankl. 

Assista ao vídeo sobre o grupo de estudos:

ONDE 

O grupo de estudos será online, via plataforma de vídeo que possibilite a conferência remota. 

QUANDO 

Ao todo, teremos 9 encontros virtuais, das 14h às 16h, nas seguintes datas: 15 de maio, 5 de junho, 3 de julho, 24 de julho, 21 de agosto, 18 de setembro, 23 de outubro, 6 de novembro, 4 de  dezembro.

DINÂMICA DO GRUPO 

A cada encontro, teremos um texto orientador, que será enviado com antecedência, para leitura prévia. Durante o encontro, iremos comentar, analisar, refletir, juntos, sobre os pontos focais evidenciados no texto.

SOBRE OS CONDUTORES 

Francisco Carlos Gomes dos Santos 

Psicólogo. CRP 06/38932    

Mestre em Psicologia Social pela PUC-SP. Atua na área clínica desde 1992, especialista em Magistério do Ensino Superior na PUC-SP, e Logoterapia pela SOBRAL. Coordenador do grupo de pesquisa – Vazio Existencial e possibilidades de realizar Sentido – LABÔ – Fundação São Paulo – PUC-SP. Docente universitário em pós-graduação. Autor do livro “Magro. E agora?” – Editora Vetor. Sócio fundador da ABLAE, participou da gestão desde 2010, como membro do conselho científico e coordenador do conselho deliberativo. Cofundador e diretor clínico do Núcleo de Logoterapia AgirTrês.

Simone Guedes Alves Gomes dos Santos 

Pedagoga com especialização em Administração Escolar, Magistério, História e Filosofia da Educação pela PUC-SP, pós-graduada em Administração de Recursos Humanos pelas Faculdades Oswaldo Cruz, pós-graduada em Logoterapia pela ALVEF Curitiba. Docente universitária em graduação e pós-graduação. Autora de capítulos em livros sobre Desenvolvimento Humano: Gestão de Pessoas, Secretariado, Gestão Hospitalar. Sócia e participante da gestão da ABLAE desde 2012, atuou como 1ª secretária e vice-presidente. Cofundadora e diretora educacional do Núcleo de Logoterapia AgirTrês, Coach Logoterapêutica.

INVESTIMENTO 

Valor por encontro: R$120,00, sendo que 10% desse valor será revertido em colaboração aos projetos sociais que apoiamos no Núcleo de Logoterapia AgirTrês.

A inscrição no grupo de estudos implica no compromisso em participar e pagar os nove encontros. Todos terão acesso ao conteúdo gravado.

Atenção: para formar o grupo, é importante ter número mínimo de cinco participantes. 

INSCRIÇÕES 

Quer participar? Então preencha o formulário que preparamos: https://bit.ly/estudosaprofundamento

Se tiver alguma dúvida, entre em contato com Simone Guedes por telefone ou WhatsApp no número: (11) 99299-0930. Ela vai contar mais sobre o grupo e tirar todas as suas dúvidas! 

DEPOIMENTOS DE QUEM JÁ PARTICIPOU

“O grupo de estudos oferece a possibilidade de aprofundamento nos conceitos teóricos da Logoterapia, bem como a troca de vivências e experiências da aplicação das técnicas logoterapêuticas na prática clínica. Um espaço no qual acontece o encontro de pessoas únicas e irrepetíveis que buscam a construção do conhecimento e o crescimento pessoal.” – Lucia

“Pra mim, o grupo tem como proposta estimular nosso processo de aprendizagem, a partir das nossas trocas de experiências e nossa vivência com nossos pacientes…

Me traz crescimento pessoal e profissional, que acarreta favoravelmente na minha autonomia mediante às minhas situações para com meus pacientes, seus familiares e também a própria equipe envolvida, pois me sinto mais capacitada, devido às nossas discussões de aprofundamento da teoria e também da oportunidade que temos de fazer a junção com a prática e poder discutir profundamente, visto que o formato do grupo de estudos é para poucos elementos, se diferenciando então de um curso e o tornando, para mim, tão atrativo. Sua dinâmica de aprofundamento/reflexão da tríade teoria/técnica/prática é o que me faz gostar tanto desta forma de aprendizagem.” – Fabiana

“Para mim o mais importante do grupo de estudos é  a troca de conhecimentos, a teoria vai se encaixando na prática. E como somos profissionais que atuamos em diferentes segmentos da psicologia, estamos constantemente aprendendo uns com os outros.” – Luiza

A crise da contemporaneidade sob a ótica da Logoterapia

 

“Seja feliz!” é o que lemos estampado em capas de cadernos, posts no Instagram e propagandas. Como educadora e coach, percebo que há uma crise na sociedade contemporânea que reflete uma crença de que uma vida pode ser plenamente feliz o tempo todo e que a realização pessoal é um objetivo a ser perseguido.

Tenho no trabalho a oportunidade de lidar com  a necessidade de aprendizado sobre as dificuldades que essas crenças e formas de viver trazem como consequência. São marcas de uma sociedade que tem se tornado cada vez menos tolerante às dificuldades e limites e tem buscado soluções questionáveis, incluindo medicamentos, para enfrentar os desafios que toda vida humana apresenta.

É a partir desse cenário que quero trazer uma reflexão sobre esta questão tão recorrente e atual sob a ótica da Logoterapia. Viktor Frankl nos convida a enxergar que há um nível de estresse saudável, que incomoda para nos mover ao novo, ao que podemos vir-a-ser. Quando tentamos abafar esse incômodo, as chances são que permaneçamos no mesmo lugar, sem descobrir e vivenciar os nossos potenciais.

Nas palavras dele, o que o ser humano precisa é a busca e a realização de um objetivo que valha a pena, uma tarefa escolhida livremente. É isso que nos move ao futuro, à coragem e a ação. Essa é a motivação real: buscar, encontrar e realizar um sentido concreto. É responder com liberdade e responsabilidade à pergunta que a vida lhe faz hoje.

Essa tarefa não é necessariamente simples ou fácil, mas é o que nos mantém mentalmente saudáveis, independente das condições em que estivermos, sejam elas fáceis ou adversas. A logoterapia apresenta assim o conceito de fatores protetores, sendo o principal deles, a busca e realização de sentido.

Os fatores protetores funcionam como uma “vacina” contra o sem sentido, angústia, tédio ou apatia e promovem condições para enfrentar os desafios. Elizabeth Lukas, psicóloga e escritora austríaca, discípula de Frankl e autora, aponta com muita ênfase a importância de cultivar a  alegria como um fator protetor e cita coisas simples como perceber as pequenas alegrias do dia, como uma mãe cansada que lembra que sua exaustão existe porque a realização de um sonho ocorreu, perceber o cheiro do café quente espalhando pela casa de manhã ou até mesmo poder se encantar com uma flor nova que apareceu num canteiro.

Reconhecer essas alegrias e se permitir esses momentos de contemplação, são poderosos recursos para fortalecer o ser, se tornar mais criativo, perceber outras possibilidades no caminho.

Cultivar estes momentos preciosos, facilita nossa jornada em direção ao sentido, em vez de sucumbir às dificuldades. Ao reconhecer as pequenas alegrias, posso me fortalecer para, com coragem, realizar algo de significado na minha vida, no meu trabalho, a partir das minhas escolhas e ações.

Esta é uma perspectiva logoterapeutica para as crises que vivenciamos na contemporaneidade. Dentro do Núcleo de Logoterapia AgirTrês, estamos juntos com você nesta busca e oferecemos apoio para perceber novas possibilidades de realização de sentido, a partir do que a vida oferece.

Sugestões de leitura:

Capítulo sobre Alegria no livro Psicoterapia em Dignidade de Elizabeth Lukas.

Livro Em busca de Sentido de Viktor Frankl

 

 

Se você ficou interessado em adquirir os livros ou receber mais informações sobre os tipos de apoio que oferecemos no Núcleo de Logoterapia AgirTrês, entre em contato pelo whatsapp: +55 11 99299.0930

Principais congressos de Logoterapia em 2020

O ano de 2020 chega trazendo importantes congressos sobre Logoterapia para aprofundar conhecimentos e vivências dentro deste universo. Selecionamos abaixo os principais para você se programar.

X CBLAE – Congresso Brasileiro de Logoterapia e Análise Existencial – de 8 a 11 de outubro

Será realizado no formato on-line – inscrições

O congresso que realizado pela ABLAE (inicialmente previsto para ser sediado em Fortaleza) será imperdível e traz também um tema muito conectado com os nossos dias. Amor, sofrimento e arte – O Legado Frankliano para a Contemporaneidade.

Nós da AgirTrês estaremos presentes e convidamos você para estar conosco aprendendo mais e vivenciando a Logoterapia na prática.

Atualizado em 19/08

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14 a 16 de Maio – Colômbia

Congresso Colombiano de Logoterapia Y Análisis Existencial

O congresso traz como tema principal “Contribuições para dilemas existenciais” e pretende abordá-lo dentro dos vários campos de atuação da logoterapia, tais como clínica, educacional, social, coaching existencial (coaching logoterapeutico) entre outros.

9 a 12 de Setembro – Espanha

The 5th International Viktor Frankl Congress

Este congresso aborda um tema especialmente interessante: O Futuro da Logoterapia

As escolhas na Logoterapia – Newsletter Outubro/19

O ano  já está acabando  e chegou o momento de planejar 2020, mas estou curiosa: como tem sido 2019 para você? Aqueles desejos e planos que estavam no papel no ano passado foram concretizados?

Quero  te convidar a desacelerar por um momento. Feche os olhos, respire fundo 3 vezes. Então agora, com essa calma, é hora de agradecer pelo que você viveu e conquistou até aqui, por todos os trabalhos e realizAÇÕES que começaram  internamente e depois alcançaram o mundo. Super importante reconhecer e dar o devido crédito pelos projetos que já realizou e os que estão em desenvolvimento.

Qual escolha você sente que precisa fazer hoje? 

Por aqui, meu maior desejo como diretora pedagógica e Coach Logoterapêutica no Núcleo de Logoterapia Agirtrês, é te apoiar nos seus processos de escolha e mais do que isso, te oferecer estrutura e ferramentas para que você também possa apoiar a outros nesse aprendizado de tomada de decisão consciente, é quase uma ESCOLA PARA A VIDA!

Quero te contar sobre as atividades que oferecemos aqui no Núcleo de Logoterapia Agirtrês. 

curso logoterapia e análise existencial em São Paulo - Prática Clinica - Saúde9º Curso de Logoterapia e Análise Existencial – Teoria e Prática clínica para profissionais da saúde

Curso vivencial que acontece presencialmente em São Paulo entre março e dezembro de 2020 somente para profissionais da saúde.
8 vagas.
Veja todas as informações aqui 

 

 4º Curso de Coaching Logoterapêutico – Nível 1 4º Curso de Coaching Logoterapêutico – Nível 1

Dentro do escopo educacional, uma formação vivencial em coaching com abordagem logoterapêutica que acontece presencialmente em São Paulo entre março e setembro de 2020.
8 vagas.
Conheça mais detalhes

5º Grupo de estudos de aprofundamento em Logoterapia

O grupo de estudos tem ricas discussões com foco em embasamento teórico e aprimoramento da prática logoterapêutica. Acontece em São Paulo de março a dezembro de 2020.
8 vagas.
Conheça mais detalhes

Programa Mudando de Rumos

Um processo de coaching logoterapêutico individual para ampliar seu campo de visão e sua perspectiva. Através de um novo olhar, você pode distinguir soluções onde antes haviam problemas, e oportunidades, onde antes haviam obstáculos.

Somente 4 vagas. Inscreva-se aqui.

 

Esse ano tive a oportunidade de escrever um capítulo dedicado ao coaching logoterapêutico no livro “Coach que realiza e transforma” lançado pela Editora Conquista.
Para saber mais e pedir o seu, acesse aqui.

 

 

💡Para assistir e pensar:

Blade Runner (Ridley Scott, 1982)

Ainda que quase  sempre consideremos Blade Runner como uma obra cinematográfica sobre  ficção científica, com robôs e seres  automatos, seu tema é decididamente filosófico: “o que é a humanidade do ser humano?” Pode  essa qualidade essencial ser replicada? Philip Dick, o autor da história, foi um grande apreciador e estudioso de filosofia.

Livro Coach que Realiza e Transforma

Tenho me dedicado ao longo da minha vida profissional a ajudar a descobrir o potencial das pessoas. Isso permeia as diferentes experiências profissionais como pedagoga, nos treinamentos corporativos e mais recentemente, como coach. Um trabalho sólido que apoia pessoas que estão passando por momentos de mudança a realizá-las com segurança, coragem e responsabilidade.

Esse ano pude registrar a minha experiência como coach no capítulo “Coaching Logoterapêutico – REDEFININDO SUA ROTA DE VIDA ATRAVÉS DA LOGOTERAPIA” no livro chamado “Coach que Realiza e Transforma”, publicado pela Editora Conquista e lançado na Livraria da Travessa no Rio de Janeiro.

Para solicitar o seu livro e conhecer um pouco mais sobre sérios trabalhos de coaching e como ele se dá quando apoiado pelas teorias da Logoterapia, preencha o formulário abaixo que logo entro em contato com você.

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