Sobre os Desafios da Educação Contemporânea

Quando Viktor  Frankl aborda a liberdade, sempre faz referência à correspondente responsabilidade. Nesse artigo você encontrará importantes reflexões “sobre os desafios da educação contemporânea” no que diz respeito à responsabilidade dos pais em relação à educação dos filhos. Certa vez indagado, Frankl respondeu que “na Logoterapia o paciente (…) precisa ouvir certas coisas que, às vezes, são muito desagradáveis de se ouvir”. Aceita o desafio?

“Existe um premente chamado para tomada de consciência por parte dos pais e mães da necessidade de acompanhar os seus filhos e da necessidade de se responsabilizar por essa criança ou por esse jovem. O que percebemos é que muitas famílias que não o fazem, ou estão sem referencial sobre o que deve ser feito ou não sabem como deve ser feito – por vezes até sem motivação para o fazer. Contudo, se pais e mães não educam, quem educará?”

Observo repetidas vezes situações que me levam a refletir… Pais e mães limitando sua participação na vida dos filhos, chegando quase a se autoexcluir. São pais e mães, é inegável, mas quase nunca estão lá. Delegam suas tarefas às babas, empregadas, avós e avôs e, algum tempo depois, delegam à escola a tarefa de educar. Parece-me que algo está fora de sintonia quando por alguma ou várias razões, pais e mães não desempenham seus papéis, não assumem sua responsabilidade, não dedicam tempo aos filhos, não cuidam da alimentação, do banho, do sono, da higiene, do brincar – ah! o brincar, fundamental! E não acompanham a lição de casa.

Quanto mais reflito, mais me questiono, por que será que tantas famílias agem dessa forma, assumindo apenas parcialmente a responsabilidade por seus filhos? A terceirização da educação dos filhos é o grande drama das famílias contemporâneas.

E nisso, leio uma reportagem sobre a mensagem do Papa Francisco durante a catequese aos peregrinos, na Praça São Pedro em 20 de maio de 2015, que realmente sustentou minhas reflexões sobre isso.

Segundo o Papa, há dois elementos essenciais da educação dos filhos: a sabedoria e o equilíbrio. Ele convida as famílias a retomar seu papel ativo: “Quando a educação familiar redescobre o contentamento de seu protagonismo, muitas coisas mudam para melhor para os pais incertos e desiludidos. Chegou a hora que os pais e as mães saiam de seu ‘exílio’ e reassumam plenamente o seu papel educativo.” Ainda alerta para a necessidade dos pais saberem acompanhar os filhos passo a passo e não exigirem que percorram o caminho do crescimento sozinhos.

Viktor Frankl nos ensina que para o ser humano, o mais importante não é a liberdade “de algo”, mas a liberdade “para algo”. Não é suficiente livrar-se dos obstáculos, deveres e compromissos, para ao final recair no vazio existencial. O importante é transformar a vida em algo que tenha sentido.

Existe um premente chamado para tomada de consciência por parte dos pais e mães da necessidade de acompanhar os seus filhos e da necessidade de se responsabilizar por essa criança ou por esse jovem. O que percebemos é que muitas famílias que não o fazem, ou estão sem referencial sobre o que deve ser feito ou não sabem como deve ser feito – por vezes até sem motivação para o fazer. Contudo, se pais e mães não educam, quem educará?

E o que significa reassumir plenamente o papel educativo paterno e materno? Qual é o papel educativo da família? A família contemporânea modificou-se, assumiu novos padrões. Ao mesmo tempo, como já foi dito, ficou sem referencial sobre o que deve ser feito e como fazer, perdendo-se na multiplicidade e descentramento da cultura pós-moderna. A

CULTURA PÓS-MODERNA E O DESCENTRAMENTO

Considero cultura pós-moderna como uma condição peculiar da cultura contemporânea, que principia no início da década de 70 do século XX, como uma consequência de profundas e irreversíveis transformações sociais. É também caracterizada pela presença de múltiplas redes, com signos e significados diversos, provisórios, incomensuráveis e alternativos. A cultura pós-moderna também tem expressão como condição existencial, pelo descentramento, pelo niilismo e pela expressão do desencanto. O tempo na cultura pós-moderna é o tempo instantâneo, imediato, do sempre jovem; num tipo de vida que nas cidades ocidentais contemporâneas é caracterizado pelo ativismo frenético. O que, em última instância, dificulta unir o passado e o presente ao futuro, bem como tomar consciência da própria biografia, da própria história.

Elisabeth Lukas aponta para as consequências críticas da descentralização da família, afirmando que a família nuclear está desintegrando e a vida familiar se tornou insuportável para muitas pessoas, perdendo seu sentido. O ser humano moderno obteve progresso e muitas vantagens, “libertação dos velhos costumes” e bens materiais, mas atingiu a felicidade que almejava?

Ainda parafraseando Lukas, ao considerarmos o aspecto do sentido da vida, o simples “ter” não garante um estado de “ser” pleno de sentido.

O OLHAR DA LOGOTERAPIA SOBRE A EDUCAÇÃO

Perante esse cenário busco o olhar da Logoterapia a respeito da educação. Educar é afinar a consciência. A educação logoterapêutica tem como fim o desenvolvimento da capacidade de tomar decisões independentes e autênticas, a partir de valores pessoais, pois parte do pressuposto que o ser humano tem em seu âmago a liberdade da vontade, a vontade de sentido e o sentido da vida. Assim, é papel da educação despertar e conduzir o ser humano a responder por si mesmo de forma criativa e concreta, de maneira que possa decidir e agir com responsabilidade perante todos os desafios que a vida lhe trouxer.

Se a infância é uma fase temporária, pré-requisito para a fase da vida adulta, se a criança é um ser em desenvolvimento, por que tanta dificuldade em efetivamente assumir esse papel na educação e prepará-los?

Então, surge outra pergunta: essa família a quem o Papa Francisco convida a reassumir seu protagonismo na educação dos filhos, proporciona a crianças e jovens o afinar da consciência e o despertar da responsabilidade que a Logoterapia propõe?

Enumero alguns fatores que possivelmente estão aumentando a dificuldade de pais e mães a assumirem plenamente o seu papel de educar:

1. crença absoluta que temos o direito de ser feliz,

2. falta de limites,

3. falta de diálogo genuíno,

4. ambição e consumismo,

5. delegação da educação para a escola.

Com a crença absoluta de que temos o direito de ser feliz, a qualquer preço e com quaisquer consequências, chegamos ao ponto nevrálgico, a geração do “eu mereço”, jovens que acreditam que a “felicidade” é um direito adquirido. Grande parte desta última geração, composta por jovens que ganharam tudo, sem ter de lutar por quase nada de relevante, são academicamente preparados, tem farto acesso a toda tecnologia, tem a ilusão de que a vida é fácil, possuem muitas habilidades e competências, mas não aprenderam a lidar com as dificuldades da vida, a tolerar frustrações e decepções.

Acreditam os jovens que é possível desfrutar de um lugar no mundo sem dedicação e esforço, e principalmente, acreditam que é possível viver sem sofrer. Não foram ensinados a lidar com o sofrimento, o conflito, a perda e a finitude – sim, são crentes no mito da eterna juventude e da total felicidade do Facebook. Para ajudá-los, é preciso ensiná-los a falhar, a criar a partir das dificuldades.

Novamente citando Lukas, a Logoterapia ensina que não é o bem-estar exterior que nos traz automaticamente o bem-estar interior, mas o critério decisivo para a satisfação interior do ser humano é a sua atitude interior perante as condições externas, positivas ou negativas.

A pedagoga e escritora Eloisa Miguez afirma que educar é promover a experiência de “oferecer algo de si” ao mundo ou ao outro, é educar para a criatividade, para a convivência, cooperação, solidariedade, ajuda mútua e sensibilização para perceber a relação entre o mundo do valor e da cultura.

Sobre a falta de limites, regras e valores, é constante a omissão familiar, muitas vezes é feita a opção pelo mais fácil, para não gerar atritos ou estresse dentro de um modo de vida já tão estressante.

O PAPEL DA AUTORIDADE

Há uma necessidade premente de mudança nas relações entre pais e filhos, reaprender a negociar com os filhos mantendo a autoridade. Mas a palavra autoridade soa como algo terrível! É natural que tenhamos essa má impressão da palavra quando entendemos que nas últimas três ou quadro décadas a sociedade foi se reorganizando de maneira que a questão da hierarquia foi sendo alterada. E hoje, a organização social está constituída como rede, o que acentua as dificuldades para estabelecer limites.

Até algumas décadas atrás, a família assumia o papel de transmissora de valores e regras, hoje o papel da família é compreendido como o de transmitir segurança, conforto e afeto. Nesta organização social constituída como rede não existe mais lugar diferenciado para a autoridade, não há poder legitimado, sequer o poder familiar, de pais e mães. Então, como trabalhar a questão de limites? Limites claros e compreensíveis, aplicados de forma coerente e firme, permitem que as crianças se desenvolvam sentindo-se seguras e protegidas. Quando as famílias não conseguem trabalhar a questão dos limites, a questão da responsabilidade perante aquilo que se escolhe, perante as decisões, deparamo-nos com a crescente dificuldade de lidar com a frustração. Em algum momento da vida haverá frustração e a Logoterapia nos ajuda a lidar com os conflitos, dificuldades, perdas, falhas, culpa. A Logoterapia diz que, em sua essência, o ser humano é um ser livre – se não livre “de”, livre “para”, livre para escolher que atitude tomar perante as situações que se lhe apresentam. É por isso importante trabalhar com os limites, aprender a dizer não aos filhos quando necessário: como ensina o professor e psicólogo Alejandro De Barbieri, educar sem culpa!

Viktor Frankl deixa claro qual o papel da educação à luz da Logoterapia: “Vivemos na era da sensação da falta de sentido. Nesta nossa época a educação deve procurar não só transmitir conhecimento, mas também aguçar a consciência, para que a pessoa receba uma percepção suficientemente apurada, que capte a exigência inerente a cada situação individual. Numa época em que os 10 mandamentos parecem perder sua validade para tantas pessoas, o ser humano precisa ser capacitado a captar os 10.000 mandamentos que se ocultam de forma cifrada em 10.000 situações com as quais se confronta na vida. De uma forma ou de outra, mais do que nunca a educação é educação para a responsabilidade.”

EDUCAR PARA A RESPONSABILIDADE

Faz parte da educação para a responsabilidade o aprendizado do diálogo genuíno. Quando essa prática não está presente, não há espaço para falar das emoções. E se os pais não ajudarem seus filhos a identificar e lidar com essas emoções, quem o fará? É necessário falar dos medos e da tristeza. – Mas, se a “felicidade” é um direito adquirido e somos todos felizes, jovens e bem-sucedidos, como falar dos problemas, dos sofrimentos, das dúvidas e dos temores? Como bem apresentado no filme Divertida Mente (2015), é importante aprender a lidar com todas as emoções, alegria, raiva e tristeza, e o quanto tudo isso pode ser curativo e transformador, lidar com esses sentimentos. Um momento de crise está repleto de possibilidades para encontrar sentido.

Ao retomar a prática do diálogo genuíno, conversando sobre tudo, trocando ideias, negociando possibilidades, estabelecendo limites e responsabilidades – como consequência da sociedade em rede – e reaprendendo a negociar com os filhos, a decisão final e a responsabilidade das escolhas são dos pais. Educar significa mobilizar a capacidade de decisão responsável.

A respeito de ambição e consumismo surge o louvável argumento de que os pais trabalham demais para dar uma vida “melhor” aos filhos. Mas melhor sobre qual ponto de vista? Material? Então, só isto basta? Esse argumento justifica muitas vezes o fato dos pais quase nunca estarem presentes, e para compensar a ausência constante, tanto física quanto emocional, utilizam dinheiro e presentes como moeda de troca. Sob esta perspectiva, o consumismo é muito útil. Entretanto, essa atitude – resolver as questões dos relacionamentos e vínculos familiares a partir do aspecto financeiro – transmite aos filhos a noção equivocada de que dinheiro substitui responsabilidade, e, que ter dinheiro e pagar a alguém para responsabilizar-se é suficiente. Como diz o filósofo e escritor Sergio Sinay – “Para dedicar tempo aos filhos, é preciso deixar outras coisas de lado”.

Os filhos passam a fazer exigências cada vez maiores, até mesmo de coisas materiais, e os pais acatam, pois são as necessidades materiais as mais fáceis de atender. Centrados nos objetos de consumo, as famílias criam uma rede sem sustentação, de forma que a angústia do vazio existencial está sempre presente e, a convivência supérflua não estabelece os vínculos necessários para que se vivencie os valores de experiência.

Esse vazio existencial, é aquele que Frankl descrevia afirmando que vivemos na era da sensação da falta de sentido, uma época na qual, principalmente nos países industrializados e nas sociedades abastadas, um número cada vez maior de pessoas possui recursos para viver, mas não de um significado para o qual viver. Mais do que nunca a educação necessita ser educação para a responsabilidade, promover a capacidade de tomar decisões autênticas e independentes, de ser seletivo, aprender a distinguir o que é essencial do que não é, o que tem sentido do que não tem.

OS PAIS, A ESCOLA E… AS CRIANÇAS

Ao longo dos anos, com tantas mudanças na organização social, a família foi gradativamente delegando para a escola a tarefa de educar, formar e socializar, porém essa situação já não se sustenta mais. A família é elemento indispensável para a educação e formação no âmbito pessoal. Elisabeth Lukas diz que a família é “o centro gravitacional do amor”, que ela constitui o centro da vida.

Voltamos a questão da responsabilidade, pois delegar é renunciar à responsabilidade pelos resultados.

Como nos lembra Alejandro De Barbieri, os pais são os que devem educar, a escola pode educar como segunda instância, não como primeira. Gostemos ou não, o fato é que, na família se educa emocionalmente e na escola se transmite conhecimentos, a educação formal.

Assim, é importante pensar sobre a questão formativa dos adultos, dos pais e mães, que tem a responsabilidade de educar, ou seja, a concomitante “educação dos pais” trará resultados mais efetivos do que apenas trabalhar a “educação dos filhos”.

O filósofo e escritor Fernando Savater atribui ao “ fanatismo pela juventude” a causa de que agora os pais já não exercem o papel de formadores, senão tentam ser amigos de seus filhos; e este fato, diz o autor, é uma das causas da família como núcleo social ter-se tornado tão informal. Porém, para que uma família funcione adequadamente, é indispensável que alguém nela decida e seja adulto. A vida em família precisa ser valorizada novamente, a experiência da paternidade e da maternidade novamente ser percebida através de seu sentido existencial. Reassumam o protagonismo na educação dos filhos, conclama o Papa Francisco!

É em família que se aprende a conviver com limites e frustrações, a refletir sobre as consequências positivas e negativas de escolhas e atitudes, os filhos precisam da presença constante dos pais, da orientação amorosa e firme para desenvolver uma efetiva capacidade de tomada de decisão responsável.

Parece-me que o mais importante é relembrar o compromisso assumido e ajudar os pais a ampliarem seu campo de visão e despertar para sua responsabilidade de educar os filhos, da urgência em agir e participar amorosamente dessa tarefa.

“Se quisermos estender uma ponte de pessoa a pessoa – e isto é válido também para uma ponte de conhecimento e compreensão – as cabeças da ponte não devem ser precisamente as cabeças, mas os corações”.

Viktor Frankl

Crédito: Foto de Andrea Piacquadio no Pexels


Este artigo foi escrito pela nossa diretora educacional, Simone Guedes, que é pedagoga, especialista em RH e Logoterapia e coordena os estudos e programas de desenvolvimento humano na Núcleo de Logoterapia Agir Três.

*Mensagem Nº 26* – 27/3/2018

O mês de março nos traz algumas comemorações. Buscando contemplar o Dia Internacional da Mulher e o Dia Mundial da Infância escolhemos abordar os temas: família e educação.

Dando continuidade ao tema, a equipe AgirTrês escolheu com muito carinho e orgulho o artigo “OLHAR SENSÍVEL PARA A SENSIBILIDADE”, da autora Ana Clara Dumont, ex-aluna do Núcleo.

RESUMO
Esse estudo tem como objetivo demostrar que um processo psicoterapêutico com adolescentes conduzido por um logoterapeuta e pautado na sensibilidade é eficiente e contribui para que a psicologia cumpra seu papel social e
transformador. Para tanto, foram apresentados e analisados três casos, orientados pelos conceitos fundamentais criados por Viktor Frankl, relacionando-os a outras pesquisas de teóricos da logoterapia e críticos do mundo contemporâneo.

“Meu olhar sensível para a sensibilidade do paciente tornou-se fundamental para um desabrochar
de esperanças, movimento e transformação.”

Para ler o artigo completo acesse o link a seguir: ARTIGO Olhar Sensível para a Sensibilidade – Ana Clara Dumont AGIR 3

Boa leitura!
Abraços e até breve!
Simone Guedes
Diretora Educacional do *Núcleo de Logoterapia AgirTrês*

O papel da Educação e a linha educacional da AgirTrês

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Destacamos este mês como o Mês da Educação: educação para a formação de seres livres e responsáveis pelo próprio destino. Educação tanto do ponto de vista pedagógico, ou seja, para a formação de crianças e adolescentes (leia aqui uma dica de livro sobre esse tema) quanto na educação de adultos, em cursos de aprimoramento, como os oferecidos pelo Núcleo de Logoterapia AgirTrês.

A filosofia que sustenta nosso núcleo se ramifica em duas linhas: a clínica e a educacional. Nossa visão educacional do ponto de vista logoterapêutico é o grande diferencial de nossa programação de cursos, workshops e palestras.

Nossa principal missão é divulgar a Logoterapia sendo sempre fiéis à obra de Viktor Frankl, seja na estrutura ou na bibliografia dos cursos e eventos. Para conduzir o diálogo, também investimos no estudo das obras dos principais pesquisadores e leitores de Frankl. Essa ética para com a obra frankliana é um dos valores que embasam nossos trabalhos no Núcleo AgirTrês. Além dela, também prezamos pela acolhida de nossos pacientes e alunos, pela liberdade com responsabilidade, pela conduta única e valorizamos a alegria nas pequenas coisas da vida.

Acreditamos que: 
[…] A pessoa que sente alegria está totalmente presente, em harmonia ideal consigo e com o mundo, ela não está dividida, alienada ou perdida. Ela está como que no lugar em que deveria estar, por alguns momentos de sua existência deixou de ser alguém que procura, para se tornar alguém que encontrou algo, que se sente bem no terreno da concordância básica com o ser no mundo. (LUKAS, Elisabeth. Psicoterapia em dignidade: Orientação de vida baseada na busca de sentido de acordo com Viktor E. Frankl. Ribeirão Preto: Iecvf Editora, 2012. p. 175.)

Para 2018, estamos preparando uma programação repleta de conteúdo para contribuir para sua formação e vivência logoterapêutica:

II Curso de Formação em Coaching Logoterapêutico – Nível 1 | uma proposta vivencial do processo de coaching como educação filosófica para a vida e formação como coach logoterapêutico | de fevereiro a agosto de 2018 

VII Curso de Introdução à Logoterapia e Análise Existencial (teoria e prática) | direcionado a profissionais da saúde psicólogos, médicos e outros, curso com foco na prática clínica | de março a dezembro de 2018

I Curso de Formação em Coaching Logoterapêutico – Nível 2de setembro a dezembro de 2018

Grupo de Estudos de Aprofundamento Logoterapêutico | voltado para quem já possui formação na área e busca um espaço de troca e discussão aprofundada | de fevereiro a dezembro de 2018

Faça sua pré-inscrição neste link e garanta sua vaga.

Dada nossa visão educacional e filosófica, todos os nossos cursos são voltados para turmas pequenas de até 10 alunos. Oferecemos supervisão, grupos de estudos permanentes e certificado com chancela do Viktor Frankl Institute, de Viena.

 

Sobre os Desafios da Educação Contemporânea

Quando Viktor file0002029315062Frankl aborda a liberdade, sempre faz referência à correspondente responsabilidade. Nesse artigo você encontrará importantes reflexões “sobre os desafios da educação contemporânea” no que diz respeito à responsabilidade dos pais em relação à educação dos filhos. Certa vez indagado, Frankl respondeu que “na Logoterapia o paciente (…) precisa ouvir certas coisas que, às vezes, são muito desagradáveis de se ouvir”. Aceita o desafio?

“Existe um premente chamado para tomada de consciência por parte dos pais e mães da necessidade de acompanhar os seus filhos e da necessidade de se responsabilizar por essa criança ou por esse jovem. O que percebemos é que muitas famílias que não o fazem, ou estão sem referencial sobre o que deve ser feito ou não sabem como deve ser feito – por vezes até sem motivação para o fazer. Contudo, se pais e mães não educam, quem educará?”

Clique no link e baixe o artigo completo Sobre os Desafios da Educação Contemporânea para ler com mais conforto.

*Artigo originalmente publicado por Simone Guedes em 15 de outubro de 2015 no site da ABLAE: http://ablae.org.br/blog/sobre-os-desafios-da-educacao-contemporanea