Qual a ligação entre Sentido do Trabalho e Economia Colaborativa?

Em agosto de 2015, Arnaldo Laurino, coach financeito na empresa Sua Vida Próspera, ofereceu uma palestra sobre planejamento financeiro no Núcleo de Logoterapia AgirTrês.

Confira as fotos desse encontro com o Arnaldo Laurino:

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[Coach financeiro Arnaldo Laurino em palestra sobre Economia Colaborativa no Núcleo de Logoterapia AgirTrês, em agosto de 2015.]

A semente do diálogo entre o sentido do trabalho e economia colaborativa, presente em muitas das minhas pesquisas e atividades, surgiu durante essa palestra  sobre mudar a relação com dinheiro, despertar o grande potencial que existe em cada pessoa e auxiliá-las a percorrer um caminho de futuro próspero.

Essa tema provocador me motivou à a AÇÃO: comecei a pesquisar, conhecer e trabalhar com Economia Colaborativa, conceitos e práticas integrativa,s como Design Thinking, B2B, tecnologia disruptiva, freelancingstart-upscoworkings, migrando da ideia de posse para ideia de acesso, entre outras. Todo esse conhecimento compõe uma nova faceta do mosaico atual do sentido do trabalho, que se estrutura em valores e ética do trabalho.

 

Vejamos algumas colocações de Viktor Frankl atualíssimas sobre trabalho:

“O trabalho representa o campo em que o “caráter de algo único” da existência de um ser humano se relaciona com a comunidade; ou seja, o trabalho, além de possibilitar a realização do mundo interno, também cria condições de realização do mundo com outro. “O trabalho pode representar o campo em que o ‘caráter de algo único’ do indivíduo se relaciona com a comunidade, recebendo assim o seu sentido e o seu valor”. […]

O trabalho em si não representa uma forma de sentido, ou uma possibilidade de efetivar o caráter único e irrepetível da existência, entretanto, é na relação que estabelecemos com a tarefa profissional que está contida a possibilidade de realização da existência. […]

O exercício da profissão pode representar uma forma de sentido na vida e tornar única a vida do indivíduo, realizando sua singularidade na relação com os outros e consigo mesmo. […]

Qualquer profissão oferece ao sujeito um “quadro de contínuas oportunidades para se realizar plenamente através do cunho pessoal que imprimir à respectiva obra profissional”. […]

O trabalho enquanto atividade profissional pode promover sentido não pela tarefa, pelo simples fazer, mas pelo modo como a tarefa é executada. […] caráter insubstituível da vida humana, aquela impossibilidade de o homem ser representado por outrem no que só ele pode e deve fazer, o seu caráter de algo único: não do que ele faz, mas de quem o faz e do modo como faz […].” (Frankl, 1989, p. 160)

Frankl, V. E. Psicoterapia e Sentido da vida: fundamentos da Logoterapia e análise existencial. São Paulo: Quadrante, 1989.

Essas mesmas pesquisas e atividades sobre sentido do trabalho na abordagem logoterapêutica e as infinitas possibilidades e formatos de trabalho na sociedade ocidental contemporânea me impulsionou ao aprimoramento no Coaching Logoterapêutico. Clique no link para saber mais sobre esta formação pioneira no Brasil.

Simone Guedes
Diretora pedagógica do Núcleo de Logoterapia AgirTrês

 

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